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quarta-feira, 14 de maio de 2008

...E PARA O CHEQUE QUE VEM

E para os comerciantes quem ainda utilizam o cheque como alternativa para os seus clientes, abaixo seguem algumas dicas úteis para evitar golpes com cheques.

As dicas abaixo foram publicadas na revista Pequenas Empresas Grandes Negócios, edição de Dezembro de 2007.



  • Sempre peça os documentos do emissor e confira os dados com aqueles impressos no cheque;
  • Veja se os documentos apresentados não possuem rasuras e se a foto não foi adulterada, que também são indícios de fraude;
  • Mantenha a prática de fazer o cadastro dos seus clientes, pois isto tornar o recebimento de pagamentos mais seguro;
  • Não aceite cheque de terceiros ou previamente assinados, mesmo com os documentos do correntista. Os documentos podem ter sido roubados junto com o talão.
  • Se você usa um serviço de proteção, nunca espere o consumidor deicar o estabelecimento para consultar o cheque;
  • Redobre os cuidados nos horários de almoço e de fechamento das lojas, posi os golpistas se aproveitam do cansaço e da pressa dos funcionários para efetuar os golpes;
  • Verifique se o tamanho, a cor da tinta e a fonte utilizados na impressão do cheque mantem um padrão constante. Diferenças são indícios de cheque fraudado;
  • Compare o número do cheque impresso com o que aparece registrados nos caracteres magnéticos (códigos CMC-7) na parte inferior da folha. Eles têm que ser os mesmos;
  • Confira os valores por extenso e numéricos para ver se estão corretamente preenchidos;
  • Observe se o seu cliente, ao entregar o cheque, preenche o canhoto do talão. Quem dá golpes não costuma a preencher, por que geralmente eles são de valores altos.
  • Note se o CPF emitido no cheque confere com o estado do documento apresentado. O estado é indicado pelo último algarismo do CPF. Pernambuco, por exemplo, é representado pelo número 4.
  • Em compras parceladas em vários cheques, verifique se há diferenças entre as folhas. Em talões sem adulteração as marcas d'água das folhas nunca são iguais.
  • Examine a assinatura do cheque e compare com a dos documentos. Mesmo quando ligeiramente diferentes, é possível identificar em ambas características comuns, que mostram ser verdadeira a assinatura.



2 comentários:

Rodrigo Salles disse...

Ótimos conselhos para quem trabalha com cheques. Só gostaria de acrescentar que o vínculo do último dígito do CPF com o estado (na verdade, com a Região Fiscal) já caiu há alguns anos e não vale mais, por causa de São Paulo que extrapolou a faixa reservada para o número 8 (regiao fiscal de SP).

pedro disse...

www.recifelivre.com